terça-feira, 16 de março de 2010

O QUE A VIDA E A MORTE DE MICHAEL JACKSON ENSINA AOS CRISTÃOS


Qualquer um com idade entre 30 e 45 anos acompanhou o ápice da carreira do Michael Jackson. Centenas de milhares de reflexões, opiniões e comentários estão sendo feitas no mundo a respeito deste astro. Eu também queria contribuir com algumas poucas, refletindo sobre: que lições sua vida e morte pode ensinar a nós cristãos?


A fragilidade da vida
Michael Jackson era uma pessoa psicologicamente e emocionalmente frágil. Muitos dizem de sua infância sofrida por causa da pobreza (para os padrões americanos) e da rigidez e dureza do pai. Dizem que foi uma criança explorada e sem afeto paterno. Quantos passaram pela mesma situação? Quantos não se identificaram com ele, e por isso o cultuaram como um ídolo?

Deus diz através do profeta Isaias: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti” – Is 49.15.

A futilidade das riquezas
Ele era milionário. O maior vendedor de disco do mundo, até hoje. Mas todo este dinheiro não lhe trouxe a paz, o afeto e alegria de viver. Pessoas que viveram com ele, e foram poucas, pois ele era solitário, atestam isto. E nem precisava; era visível. Sempre pareceu uma pessoa infeliz. “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” – Pv 17.22.


O vazio universal da humanidadeJá ouvi uma frase que diz assim: há um vazio no coração do homem que é do tamanho de Deus; e somente ele pode preenchê-lo.
Michael Jackson tinha fãs no mundo inteiro. Podemos fazer uma conta desprovida de qualquer método científico, mas que é plausível. Se ele vendeu 750 milhões de discos, podemos dizer que tinha, no mínimo, 750 milhões de fãs. Quase quatro vezes a população do Brasil!
E o que estas pessoas queriam? Que Michael Jackson preenchesse o vazio que só Deus pode preencher. Agora elas estão órfãs. Se Deus ocupasse este vazio, elas estariam tristes, mas não como algumas que vemos e veremos ainda por mais alguns dias, totalmente desesperadas. Ele próprio tinha este vazio, que tentou preencher com a fama e a fortuna, e não conseguiu.

A quem muito é dado, muito é exigido
Ouvindo um sociólogo opinando sobre a morte de Michael Jackson, ele citou Lucas 12.48. Numa reportagem de TV, a repórter dizia que poucos conseguiam chegar até Michael Jackson. Ele era cercado de seguranças e seus agentes não permitiam que ele tivesse contato com ninguém.

Suas apresentações em clipes e nos palcos eram perfeitas. Quem não fica de boca aberta com suas coreografias? Elas eram resultados não apenas de talento, mas de duríssimas horas de ensaios. Michael Jackson era um escravo da fama e da fortuna. Ela não era dono de seu tempo nem de sua própria vida.

A brevidade da vida
Michael Jackson morreu jovem. Ia completar 51 anos em 29 de agosto. Mesmo que morresse aos 80, ainda assim seria jovem. Qualquer pessoa é jovem quando morre. Nossa vida aqui na terra é curta e passageira.

O mais impactante na morte de Michael Jackson é que ela foi repentina, e isto abalou o mundo. Temos a tendência de pensar que ícones não morrem, e quando isto afcontece, o mundo fica chocado. A nós, cristãos, cabe lembrar que todos somos mortais. Fisicamente mortais. Um dia chegará a nossa vez. “esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” disse Jesus em uma parábola. Você está preparado para a morte? Se você morresse hoje, tem certeza que irá para o céu?

Conclusão
Todos nós nos comovemos coma morte de Michael Jackson. Tenho 39 anos e vi o lançamento de Thriller e aquele clipe que hoje se repete incontáveis vezes. Isto me remete à minha doce adolescência, que me faz ser simpático com o cantor que por sua vez me comove pela sua partida.

Senti pena dele! Queria que ele tivesse outras chances de ser realmente feliz, o que é impossível agora. E isto me leva a dois pensamentos:
Primeiro, se eu, que nada tenho a ver com Michael Jackson me senti assim, imagine Jesus, que o criou? Jesus, que o conhece desde o ventre de sua mãe, e que acompanhou todo o sofrimento pelos quais ele passou e que, mais ainda, o amou a ponto de mor por ele na cruz?
Segundo, qual será o destino eterno dele? Ou melhor, qual será o meu destino eterno. Assim como ele se foi, eu também. E se for esta noite, eu estarei preparado para me encontrar com Deus?


FONTE: http://www.pastorbatista.com.br/j15/index.php?option=com_content&view=article&id=129:o-que-a-vida-e-morte-de-m-jackson-ensina-aos-cristaos&catid=3:newsflash&Itemid=54
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